quinta-feira, 22 de março de 2012

Vídeo + Dança = Comunicação



Depois que conheci Vídeo Dança, nunca mais deixei de lado, realmente posso dizer que foi amor ao primeiro click. Sim, queria por assim dizer, mas a verdade foi que tudo se deu de uma entrevista com o grande Guilherme Schuze, que é nosso orientador, amigo, facilitador, e grande coreógrafo de dança contemporânea, e que presenteou a Paraíba com esta bela junção, da dança contemporânea ao cinema, acertando na minha mais nova grande paixão, o que desde então não nos separamos mais.
Se estou empolgada desse jeito, o que não podia ser diferente, é que hoje, pra variar, sentei naquela mesa redonda com meus mais novos amigos de pesquisa do NEPCênico. Sabe aquela sensação de que nada sei, mas de que tudo amo? Não sei se você já passou, mas é como se quisesse pegar tudo e levar para casa e colocar no alto da estante para ficar olhando.



  Pois então, lá estava eu pronta para fazer o que fosse proposto, e doida para unir minhas experiências do cinema aquele núcleo. Parecia brincadeira, mas era exatamente o que eu sentia, e sinto toda vez que saiu daquelas aulas de Guilherme Schuze, que mais parece uma porta no céu e que me faz visualizar um mundo de possibilidades, de beleza...

Mas aí vem vocês, como a minha mãe é claro, e me pergunta: "O que danado tem a ver isso com a universidade, nada a ver, vai deixar de lado o jornalismo é?" Bah, tive que desabafar... Não que minha mãe e meus amigos, o que entendo e agradeço a preocupação dos dois, estejam errados, mas talvez equivocados. É que meu curso, antes mesmo de ser jornalismo, é COMUNICAÇÃO, já imaginou o até onde isto pode abranger????? Nem eu, antes de entrar no meu curso, e por assim sendo, me permitir conhecer um pouco de mim e do mundo. Agora, a pouco mais próximo do ecstasy da vida, acredito que a medida que a gente se permite, a gente pode ser e estar no lugar certo e com as pessoas mais certas ainda, e conquistar este gozo. Por isso, estudo o que estudo, creio no que creio, e o que sinto, somente eu irei poder fazê-lo e ser. Porque o que seria do plural, se não fosse o singular? E virse-versa. E para demonstrar quem sou, como penso, e como uma idéia unida a outra, e outra, + outras e ... É tão interessante como somos tantos e nem percebemos, que somos únicos a imensidão, e que ninguém é tão alto-suficiente que não precise de você.


Por isso, por todos do NEPCênico que me acolheram de coração, mesmo eu sendo uma negação na dança contemporânea (risos), por enquanto é claro, que ao vê nossos trabalhos e nossos passos a cada dia, que tenho o maior orgulho e prazer de fazer parte desta engenharia tão bonita que pra minha se resume em COMUNICAÇÃO, porque sem isso não haveria resposta alguma, nem mesmo dos corpos na hora de dançar, tão pouco a presença de uma câmera para ampliar e da edição de vídeo que serve para enfatizar quem somos. Parabéns a todos por este, e tantos outros resultados de trabalho de nosso grupo:

                                           LUA NOVA, interpretado por Kilma Farias.

2 comentários:

  1. Yluska, que legal. Estou emocionado e agradecido por poder contar com seu entusiasmo e seus talentos.
    Guilherme

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    1. Ave Maria, a emoção é toda minha dessa honra em ter um comentário de Guilherme Schulze no meu blog. Obrigada mesmo por me apresentar este mundo de possibilidades. =)

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